terça-feira, 29 de março de 2011

MÊS DE ALGUMAS DECISÕES - Um Abril intenso.

--- Vem aí um mês terrível, um mês onde muita coisa se vai já decidir, com uma intensidade emocional enorme,quer para os atletas e clube, quer para os seus adeptos, é ainda um Abril com dois sempre apetecíveis Benfica - Porto.
   O Campeonato está desde há muito decidido, o campeão está encontrado e a luta resume-se ao 3º lugar entre Sporting e Braga, um Sporting renovado em termos directivos e sem um departamento para os charters de adeptos chineses, onde segundo Paulo Futre, haveria comissões para o clube em viagens, hoteis, restaurantes e afins, enfim, felizmente para o Sporting Dias Ferreira perdeu.
   Luta existe ainda na fuga aos lugares de despromoção, com o Portimonense e Naval a tentarem nesta recta final colocar o nariz de fora da linha de água, numa fuga desenfreada da descida de divisão, missão essa terrível e que julgo eu, já com uma reacção tardia.
  Esta é ainda a parca emoção que existe no nosso campeonato, com um enorme fosso de Benfica e Porto em relação a todos os outros concorrentes.
  Mas é o Benfica que me interessa e é já Domingo que o Porto visita a Luz, valha-nos que os jogos das selecções colocaram alguma acalmia no ambiente de hostilidade, criado essencialmente pelos dirigentes do Porto, na pessoa de Pinto da Costa  e só desejo que o silêncio impere até ao dia do jogo, um jogo na minha opinião muito mais importante para o Porto, porque se pode sagrar campeão, sinceramente não me causa especial preocupação que o título seja conquistado na Luz, porque o facto é que infelizmente seja lá onde for o campeão não será o Benfica e isso é no essencial o que me interessa.
   Contudo, obviamente e por se tratar de um clássico, gostaria de ganhar, acredito firmemente nisso e confesso mesmo que pela euforia desmedida pelas bandas do dragão, gostaria de ver o champagne a regressar ao frigorífico, é que se é verdade que o Porto pode ser campeão na Luz em caso de triunfo, também não é menos verdade que caso o Benfica vença, não só a festa pode ser adiada por 2 semanas (o Benfica fica a 10 pontos e a faltar 5 jogos), aliando a isso a quebra de invencibilidade do seu adversário.
    No entanto, troco claramente um triunfo neste jogo pela passagem à final da Taça de Portugal, pelo simples facto de ser uma prova na qual estamos muito bem encaminhados e aí sim seria catastrófico não passar à final, embora deseje juntar o útil ao agradável.
  A verdade é que a prioridade do Benfica é e tem de ser as 3 taças que pode vencer, com uma final já asegurada, outra bem encaminhada, resta ainda a Liga Europa, num jogo que esse sim teremos de vencer e desta vez,criar uma margem mais confortável para o jogo da 2ª mão.
   É um mês terrível, com algumas decisões, mas há muito mais a perder que a ganhar, porque exceptuando a final da Taça da Liga no dia 23, o resto das decisões será apenas em Maio, até lá, o Benfica tem de continuar bem vivo e nas 3 frentes que lhe restam.

quinta-feira, 24 de março de 2011

UM TERRORISTA SERÁ SEMPRE UM TERRORISTA.

    Um terrorista será sempre um terrorista e não há volta a dar, é que a direcção do Porto faz lembrar a Al Qaeda, sempre a lançar bombas e sempre a acusarem os outros de serem os maus.
   Quando o líder supremo do fundamentalismo tripeiro, tem o descaramento depois de perpetuar, fomentar e provocar acções violentas, de acusar os outros de talibãs, referindo mesmo que é o Rui Gomes da Silva que tem contribuído com a sua acção num programa de desporto este clima de guerrilha, julgo que está tudo dito em relação à sua postura.
   Desconhecia, que os simples comentadores de um programa desportivo, a que ele, Pinto da Costa, alcunha de paineleiros com total intenção de os humilhar, afectava tanto as hostes portistas e que esse era o facto, como reconheceu, que conduziu a uma acção concertada da sua parte de constantes ataques e provocações ao Benfica e seus dirigentes, quando esse é o facto que faz despoletar tais reacções, então é porque de facto a banalidade dessa gente é evidente e mais grave assumida.
  Portanto, quando alguém que está ligado à maior podridão e aos maiores escândalos do desporto em Portugal, ainda se acha vitima e consegue alcunhar os outros de talibãs, julgo que está tudo dito em relação ao que essa pessoa vale, valha-nos a satisfação de termos já todos percebido que os seus comunicados são eles em si mesmo um acto terrorista e de implícito incitamento à violência.
  Aliás, basta comparar o teor e o tipo de linguagem usados nos comunicados do Benfica e do Porto e facilmente se percebe quem anda a fomentar a desgraça e a guerra no futebol português.
  A isto, já nem sequer se pode chamar de complexo de inferioridade ou de provincianismo bacoco, é mesmo ser ordinário.
  No fundo, os terroristas como Pinto da Costa são assim, matam, mas os culpados e os infiéis são os outros.
    Mas pior do que um cego é aquele que não quer ver e infelizmente existe muito boa gente que tenta iludir o evidente e ainda tenta defender alguém que fez da sua vida um rastilho de pólvora sempre pronta a explodir a quer quem que fosse que o afrontasse, o que me leva a concluir que pessoas de alguma inteligência que se revêm nos seus métodos, não o será por convicção, mas sim por medo de também eles serem vítimas de represálias.
   Acho lamentável e de muito mau tom que se tente comparar coisas absolutamente incomparáveis e que não se queira perceber o essencial da questão e o essencial é que ninguém vê os dirigentes do Benfica a lançarem em intervenções públicas constantes provocações ao Porto, aliás, por norma o Benfica é como o Porto, limita-se a falar do Benfica, ao invés, o Porto lança constantes provocações ao Benfica, faltando de forma insistente ao respeito a esta instituição e essa é a principal causa deste clima, aliado ao facto do silêncio lamentável e comprometedor das instâncias que regem o futebol.
   Há, infelizmente e de forma leviana e insistente, quem confunda as coisas, ao falar-se da morte de um adepto por parte de outro adepto do Benfica e querer comparar com a sucessão dos recentes episódios de violência é em si mesmo uma estupidez, porque só não percebe quem não quer, que essa situação foi um acto isolado, fora de um contexto de guerrilha, que um energúmeno teve, sem sequer ter medido com certeza as consequências do seu acto, toda a gente sabe que ali não houve intenção de matar, infelizmente matou-se e houve uma condenação por homicídio por negligência por esse acto.
   A diferença para quem não quer perceber, é que nessa altura uma acção isolada matou sem o querer fazer, mas que agora há acções que quem as comete sabe perfeitamente que pode matar e isso faz toda a diferença e julgo que para as pessoas minimamente inteligentes, é fácil perceber que só não houve mais mortes no futebol por pura sorte e isso é que é gravíssimo.
  Outra diferença é a impunidade, porque há claramente uma acção concertada com um alvo bem definido e julgo que isso é muito fácil de perceber, porque repito, de acções violentas de adeptos todos têm telhados de vidro, a diferença faz-se pelo facto do Benfica as condenar e o Porto as instigar.
  Acho mesmo curioso que as pessoas tenham uma memória tão fértil que se lembrem que o Benfica, quando o carro de Pinto da Costa foi atingido com uma pedra e não com um saco de pedras, não emitiu nenhum comunicado a lamentar o sucedido, sinceramente eu não me lembro, foi há mais de um ano, por isso seria para mim tão fácil dizer que o Benfica condenou esse acto como para outros dizer que não o condenou, mas gabo a memória daquelas que se lembram perfeitamente que o Benfica na altura não emitiu qualquer comunicado.
   Pessoas há também, não sei se pela necessidade constante e avassaladora ou se por uma questão de principio terem de estar sempre contra o Benfica, ou se por veneração a Pinto da Costa, o que me faz crer que se revêm nos seus procedimentos, o que lamento.
   Estranham eles e dizem que há uma diferença de tratamento dado pelos órgãos de comunicação social ao dado na altura do incidente com Pinto da Costa, lá está de novo a má fé a funcionar, porque os contextos são incomparáveis.
  Na altura do apedrejamento ao carro do Presidente portista, não havia o clima de hoje, não era tão notícia, porque não havia uma sucessão de episódios de violência, sempre com o mesmo denominador comum como agora e é essa sucessão de ataques, cuja gravidade vai sendo cada vez maior, que faz com que o destaque dado agora seja substancialmente diferente do dado naquela altura, nada mais elementar.
   A verdade, por mais que a  queiram camuflar, é que o Benfica sempre que se desloca ao Norte do País, tem sido violentado de forma constante e sinceramente, gabo a paciência que os adeptos do Benfica têm tido para aturar estes constantes actos de selvajaria, embora com uma ou outra represália, o que acaba por ser normal embora condenável na mesma, eu pergunto mesmo a alguns pseudo moralistas, nomeadamente de outros clubes, se andassem a ser alvo constante das provocações, das agressões e da violência por parte de elementos ligados ao Porto, se aguentariam tanto como os benfiquistas têm aguentado.
   Os adeptos desses clubes, nomeadamente do Sporting, ainda não perceberam, que eles só não são o alvo, porque neste momento não representam nenhuma ameaça, porque se a ameaça maior fossem eles, certamente seriam também eles o alvo, com aliás o foram em certas ocasiões do passado, pena a sua memória seja curta e que por outro lado, o seu ódio ao Benfica lhes tolde o raciocínio e os faça venerar e ser subserviente ao Porto e aos seus métodos.

terça-feira, 22 de março de 2011

APÓS MAIS UM ACTO DE VIOLÊNCIA - Atitudes a tomar.


--- Cuidado, muito cuidado, Pinto da Costa não faz nada em vão, o objectivo é claro e visa o jogo da 2ª mão das 1/2 finais da Taça, um jogo em que dentro do campo a missão do Porto se afigura muito complicada e o objectivo pretendido é claramente o de enfurecer de tal modo os adeptos do Benfica, que o seu comportamento seja de tal modo violento em resposta à violência tripeira, que não haja condições de segurança para concluir o jogo e desse modo, fora de campo, conseguirem a presença no Jamor.
   Como tal, nós benfiquistas temos de ser mais inteligentes, apoiar apenas e só a equipa durante o jogo, com constantes gritos de corruptos e sem arremessar nada para o relvado.
  Após o jogo, sei que será complicado contrariar a natural ira dos adeptos, espero que nada de grave aconteça, mas compreendo se houver uma resposta, porque quem semeia a guerra, sujeita-se a morrer com ela.
   Mais que nunca há que ser inteligente e respondendo a um apelo do blogue "Magalhães Sad", julgo que há uma maneira de vingar o sucedido, com classe e ao mesmo tempo com firmeza e na minha opinião também, adoptaria as seguintes medidas que gostaria que fossem seguidas pela direcção do Benfica:
 1º - Como não queremos arruaceiros e criminosos no nosso estádio, não enviar um único bilhete para adeptos do Porto, se querem ver o jogo vejam-no em casa ou no jardim zoológico que é onde os animais devem estar.
  - Não reservar qualquer espaço para os dirigentes do Porto, se quiserem ver o jogo na Luz, comprem bilhete e vão para o meio do público, pois quem incentiva a violência, quem pactua com ela como o faz a direcção do Porto, que tenham coragem, deixem de agir com cobardia e vão para junto daqueles que provocam.
   Essa era a atitude que a direcção do Benfica deveria tomar e que eu subscreveria na totalidade.

LIGA DA PEDRADA E DO GOLFE - A arruaça pós goleada.

--- Se alguns energúmenos souberam no alto da sua pseudo inteligência, alcunhar a liga da época passada, como o liga dos túneis, este ano, além de mentirosa, temos de a alcunhar de Liga da Pedrada e do Golfe, tal a arruaça e o instinto selvagem de violência dos cobardes que a protagonizam com a concordância e apoio do seu Presidente e dos seus fieis seguidores, entre os quais destaco o sr. José Guilherme Aguiar, um homem que se revê em absoluto nos procedimentos de Pinto da Costa.
   É que estes episódios de enorme violência, com a origem nas gentes ligadas ao Porto, com agressões constantes, já não é de agora, é uma história que já vem de longe, desde há muitos anos e de facto começa a ser já demais não só os constantes ataques à pedrada e com bolas de golfe de que o Benfica, seus atletas e dirigentes têm sido vitimas, mas também a inércia demonstrada quer pela Justiça Civil, quer pela desportiva, fazendo dessa gente parte conivente das manobras guerreiras e da arruaça, com que Pinto da Costa e os seus discípulos não só fazem disso modo de vida, como pelo facto de as suas mensagens de apelo à violência serem constantes e gravosas.
   No fundo, tudo começa a ser permitido no futebol português, eu até deveria estranhar o silêncio da liga e dos seus órgãos disciplinares, mas já nem estranho, pois o seu silêncio é comprometedor e subserviente com os poderes instalados, existe o receio de o afrontar, pois quando na Liga houve alguém com essa coragem, rapidamente foram corridos à vassourada, como tão frontalmente denunciou Hermínio Loureiro, denuncias essas que como sempre caíram em saco roto.
  Perante esta impunidade, a região do Porto, está cada vez mais transformada numa faixa de Gaza, num território perigoso, à margem das regras do restante país, ali, parece haver uma outra lei, haver outras regras de convivência e com a total inércia comprometedora do estado português que assiste a tudo isto com total silêncio.
   Perante estes sucessivos episódios, crescentes na sua gravidade, já aqui referi que está a tomar contornos de tal gravidade, que começo a temer por mortes, porque já é só o que falta e depois, já sei que toda a gente com a responsabilidade de deixar criminosos impunes, lavará as mãos como Pilatos, mas se algo de ainda mais grave acontecer, a responsabilidade tem rostos claros, são eles em primeira instância o sr, Secretário Geral do Desporto, Laurentino Dias, que perante estes episódios violentos sucessivos, ainda não lhe ouvi uma palavra de repúdio e muito menos obrigar quem de direito a agir, o Ministério Público, porque inocentou criminosos, deixou-os à solta e mostrou falta de coragem e agora, perante crimes de natureza pública, fica inerte a ver o que isto dá, a Liga de Clubes, em primeiro lugar na pessoa do seu Presidente, de quem também nem uma palavra de repúdio se ouve e o Conselho de Disciplina da Liga que sabendo bem qual o prevaricador que está por detrás destes episódios, nada faz, nem sequer a simples abertura de um processo de averiguações.
  Uma vergonha e são estes os grandes culpados pelo actual estado do futebol português e dos violentos comportamentos incentivados e defendidos por Pinto da Costa, o principal rosto da mentira e da violência do nosso futebol.
  Repito que infelizmente, episódios de violência protagonizados por alguns adeptos estúpidos, são apanágio de todos os clubes, a grande diferença é que enquanto no Porto se apelida estes episódios de simulações, se incentiva a isto e se pactua, no Benfica condena-se e mesmo depois do ataque cobarde de um bando de paus mandados de que foi alvo, Luís Filipe Vieira a primeira atitude que teve, foi a de pedir aos seus adeptos que sejam diferentes e não tenham a mesma atitude, algo que seguramente Pinto da Costa nunca fará.
   Ou o País se apressa a colocar um ponto final nisto, mandando para a cadeia quem tem de mandar, ou a escalada destas acções, perante a impunidade continuarão imparáveis com consequências imprivisiveis.
   Meus caros, já referi num post anterior, após a agressão a Rui Gomes da Silva, que as manobras, os incetivos à violência e as provocações ao Benfica por parte de Pinto da Costa, se iriam agravar à medida que os confrontos entre ambos se aproximam e o objectivo é claro, porvocar uma ira tal nos adeptos do Benfica, que o seu comportamento seja de tal modo gravoso, que principalmente no jogo da Taça de Portugal, sejã criado um ambiente tal, que o árbitro nãom possa ter condições de concluir o jogo e desse modo, o Porto apurar-se para a final, isso é o que esse vilão pretende.
 É por isso, que peço aos nossos adeptos que mostrem realmente que nós não pactuamos com isto, que somos muito melhores que eles, que queremos rivalidade dentro do campo, mas com regras civilizadas, não queremos ser iguais aos animais que deviam estar nas jaulas, mas compreendo a revolta e se algo de grave acontecer nas visitas do Porto a Lisboa, será certamente culpa dos prevaricadores e quem prevaricou foi o Porto e o seu mais alto dirigente de nome Pinto da Costa que só sabe estar no futebol com guerras e divisões, as pessoas mal formadas e arruaceira são assim.
   Posto isto, pouco me apetece falar de futebol, mesmo depois de uma grande exibição do Benfica, que goleou o Paços de Ferreira no seu campo, por 5 a 1, com uma bela exibição colectiva e com pormenores individuais de grande classe, com Aimar a encher o campo e Gaitan a marcar um golo soberbo, para culminar em beleza, Nuno Gomes, que grande capitão e profissional, bisou, seria impossível pedir mais e melhor.

sexta-feira, 18 de março de 2011

HAVERÁ CORAGEM ? Estou curioso pela A.G. da F.P.F.

--- O futebol português, fez história na Europa do futebol, pela 1ª vez, na mesma competição, as equipas portuguesas estão nos 1/4 de final e com muitas hipóteses de chegarem ainda mais longe.
   Com esta performance, Portugal garantiu desde já 3 equipas para a prova rainha do futebol, a Liga dos campeões,na época 2012/13, com tudo o que de positivo isso acarreta para os clubes, quer em termos desportivos, quer financeiros.
   Pois bem, sempre que o nosso futebol alcança feitos dignos dos mais rasgados elogios, os dinossauros do nosso futebol (estão a maioria hà mais de 30 anos), prontificam-se no imediato para estragar tudo e borrar a pintura, sempre mais interessados no seu umbigo, nas guerras de poder, compadrios e movimento de influências que tão nocivas têm sido e que apenas servem para descredibilizar o nosso futebol no país e fora dele.
  É por isso que estou imensamente curioso pelo que vai dar a Assembleia Geral da F.P.F., que decorrerá amanhã na sede da F.P.F., sempre estou para ver, se essa gente que mais não tem feito do que destruir o nosso futebol, impedindo sistematicamente a sua reestruturação, branqueando e envolvendo-se como artistas principais nos mais diversos episódios de corrupção e compadrio, terá mais uma vez a ousadia de fazer mal ao nosso futebol, não aprovando os estatutos e impedindo desse modo que o nosso futebol ao nível dos clubes continue a fazer história.
   É que agora o discurso já começa a mudar de figura, Carlos Coutada, Presidente da A.F. de Braga, já admite viabilizar os estatutos, pudera, o que diria o seu filiado que fez história na UEFA se os chumbasse?
  Sinceramente, já não sei o que desejo, se esses senhores aprovem os estatutos, numa atitude sensata, ou se como de costume, em nome do poder e dos seus interesses pessoais, os chumbam e digo isto, porque em caso de chumbo, se a UEFA cumprir o prometido e acho bem que o faça, já que este Governo não tem coragem e pactua com o não cumprimento da lei, excluindo todo o futebol português das competições internacionais, estou para ver, quais serão as reacções de Pinto da Costa e António Salvador, que têm pactuado com as respectivas associações de que fazem parte.
   É que a UEFA não é a LPFP, ali não se brinca, actua-se e lá os nossos clubes não fazem farinha.
  Estou para ver, se quem dirige desastradamente o nosso futebol, terá a coragem de colocar um ponto final, naquilo que com mestria, os nossos clubes conseguiram no relvado, havia de ser bonito.
  Concordo e subscrevo as palavras hoje ditas por Joaquim Evangelista, Presidente do sindicatos dos jogadores: «Os dirigentes sentados na assembleia da FPF não estão à altura do futebol português. As pessoas não têm a capacidade de resolver os problemas e isso é grave. O problema é um conjunto de pessoas que revela irresponsabilidade e incapacidade para mudar. Assim temos de procurar novas soluções.»
   «Na próxima assembleia é importante que cada um não olhe para si e pense sim no que é mais importante. É preciso que se pense no futebol e não em interesses particulares. Estou convencido que dessa forma ultrapassaríamos o problema».
  O que esses dinossauros sabem fazer é jogos de bastidores e guerras de poderes, o que esse senhores querem, é dominar a arbitragem e os órgãos de Justiça e isso diz tudo quanto ao serviço que prestam ao futebol, o que fariam de melhor e esse seria o melhor que poderiam fazer pelo futebol português, prestando assim um tremendo favor ao futebol era que se pusessem a andar dali para fora e o deixassem a quem realmente gosta e quer dinamizar este desporto.
  Bonito era, uma manifestação pela verdade do futebol, de adeptos de todos os clubes que queiram um futebol com seriedade e honestidade, fazerem um Egipto no futebol, concentrando-se à porta da F.P.F. e só deixar esses incompetentes dali sairem com os estatutos aprovados ou melhor ainda exigindo que todos se demitam, se assim fosse, eu estaria lá.

SORTEIO DA LIGA EUROPA - Segue-se o PSV

--- Calhou-nos em sorte a equipa holandesa do PSV Eindoven, era um dos meus preferidos, confesso, é uma equipa tipicamente holandesa e isso só por si, julgo ser favorável as características do nosso futebol.
   Será certamente uma emoção e uma hipótese de desforra da final perdida em Estugarda.
   No acasalamento para as 1/2 finais, caso passemos, teremos de defrontar o vencedor do jogo Braga - D. Kiev, e caso assim seja, teremos ainda um factor que julgo ser positivo de jogar a 1ª mão fora, o que sucederá pela 1ª vez.
  Na minha opinião foi um sorteio no geral muito favorável, com tudo o que de subjectivo isso tem, com a particularidade dos clubes nacionais jogarem todos em casa a 1ª mão dos 1/4 de final.
  A outra meia final será disputada entre o vencedor o Porto - Sp. Mosvovo e Villareal - Twente.
   Dublin é um sonho possível, têm a palavra os jogadores.

OS RESTANTES JOGOS SÃO:  Porto - Sp. Moscovo; Villareal - Twente e Braga -D. Kiev.
 

quinta-feira, 17 de março de 2011

SOFRER EM PARIS - Garantiu o fundamental.

--- Antes de mais quero realçar algo que só mesmo o Benfica consegue fazer e que demonstra bem a dimensão inigualável que tem em relação as restantes equipas portuguesas, colocar quase 30 mil em Paris, com um apoio formidável à equipa, é algo histórico e um feito incrível, a eles o meu obrigado.
    Quanto ao jogo, Foi uma partida de sofrimento e luta este em Paris, mas que garantiu aquilo que era fundamental, o passaporte para os 1/4 de final da Liga Europa, numa jornada histórica para o futebol português, julgo mesmo que tão depressa haverá igual oportunidade desta prova vir para Portugal, a qualidade ali presente não é nada de especial, mas que temo que como sempre nos grandes momentos do nosso futebol, os incompetentes que o gerem, o venham a manchar.
   De facto, estou curioso agora para ver até que ponto as Associações do Porto e Braga terão coragem de correr com os seus filiados da Europa, impedindo-os assim de sonharem, por um lado, até gostava de ver os estatutos chumbados, só para ver como reagiam o Porto e o Braga, mas isto é apenas uma curiosidade nada mais.
P.S.GERMAIN 1 BENFICA 1 - Um jogo que se antevia difícil e realmente confirmou-se isso mesmo, foi um jogo de muito trabalho, de imensa luta, em que tivemos um Benfica melhor na 2ª parte do que na 1ª, onde sentiu algumas dificuldades perante a velocidade ofensiva do adversário.
   O Benfica entrou a tentar controlar o jogo, naturalmente, a equipa francesa procurava ter a iniciativa, mais consentida que conquistada, o certo, é que o Benfica tinha dificuldade em ter a bola e recuperá-la, quando o conseguia, raramente os passes para a transição saiam bem, ao invés, o PSG mostrava-se rápido nas transições, tinha mais bola, mas carecia de objectividade e apesar do domínio, as oportunidades rareavam.
   Foi numa altura em que o Benfica começou a equilibrar que surgiu o golo de Gaitan, numa das raras saídas rápidas para o ataque, o argentino disparou de fora da área e bateu o guarda-redes adversário, que diga-se, ficou mal na fotografia.
  Pensou-se que esse golo acalmaria o Benfica, puro engano, o PSG forçou ainda mais e logo na jogada seguinte Roberto salvou o empate, para pouco depois a equipa francesa empatar, dando justiça ao marcador, chegando-se ao intervalo com 1 a1.
Na 2ª parte, entrou melhor o Benfica, pressionou melhor no meio campo adversário, impedindo desse modo não só que o PSG tivesse mais dificuldade na criação de passes para os seus ataques em velocidade e por outro lado, o Benfica recuperava bolas em zonas mais adiantadas e criava assim mais aflições para a defesa contrária.
  Os primeiros 20 minutos desta etapa só deram Benfica, tendo mesmo algumas chances de poder matar a eliminatória, contudo, a equipa parisiense nunca se deu por vencida e tentava em contra golpe igualar este confronto.
  Nos últimos 10 minutos, assistiu-se a um recuo natural do Benfica e ao PSG a dar tudo para levar o jogo para o perlongamento, teve mesmo uma grande oportunidade que Roberto negou e pregou um tremendo susto mesmo no último minuto de compensação, valeu que o avançado do PSG escorregou na hora de rematar, chegando-se assim ao fim do jogo com uma igualdade com sabor a vitória, com o Benfica a carimbar a passagem à eliminatória seguinte de forma justa, uma vez que no conjunto dos 2 jogos foi melhor que o adversário.
   Destaques para as exibições de Roberto, sempre muito atento e seguro, com 2 defesas de grande nível, de Luisão, a serenidade e liderança de sempre, Sálvio, que trabalhou imenso, estando tacticamente fantástico, Fábio Coentrão, mais uma vez o homem pilhas "Duracell" e Gaitan pelo golo que valeu a eliminatória, numa equipa em que todos trabalharam muito, mostrando aquela alma que os caracteriza e que devia orgulhar todos os benfiquistas, porque as grandes equipas também têm de saber sofrer e o Benfica soube.
O Porto também seguiu em frente, batendo de novo a equipa russa, agora por 2 a 1, uma vitória que começou a ser carimbada num lance feliz logo aos 40 segundos, através de um livre lateral, em que um cruzamento para a área deu golo.
  Depois logo aos 20 minutos, numa sucessão inacreditável de erros de Ankifiev, que para impedir um canto, ofereceu a bola ao adversário e depois abordou sempre os lances até ao golo de forma incrivelmente assustadora, chegando mesmo a encolher-se, a isso Guarin respondeu com o 2 a 0.
  Os russos ainda reduziram o marcador, mas foram sempre uma equipa macia, sem grande chama e completamente controlada pelo Porto que nunca deixou que o seu adversário pudesse colocar o seu apuramento em causa.
  História fez também o Braga em Liverpool, chegando pela 1ª vez na sua história aos 1/4 de final de uma prova europeia com o nulo em Anfield Road.
  O Braga limitou-se apenas a gerir o tempo e a controlar a posse de bola, tapando os caminhos para a sua baliza de forma eficiente, ante uma equipa inglesa, muito longe dos seus melhores tempos, muito longe de ser uma grande equipa e com um défice de qualidade incrível, fico pasmado como é possível alguém dar 41 milhões por um jogador que apenas sabe saltar para a bola para tentar cabecear, cujos seus pés parecem 2 tamancos, refiro-me a Andy Carrol, numa contratação que ou muito me engano, ou será o barrete do século.
   A equipa portuguesa foi sempre superior ao seu opositor, quem em casa quer fora e o Liverpool, foi pouco mais que inofensivo, com um futebol atabalhoado, sem criatividade, limitando-se a bombear bolas para a área bracarense, a verdade é que o Braga defendeu sempre bem e também nada de registo criou, pelo que o empate a zero, espelha bem a melancolia deste jogo.
  Aguardemos então pelo sorteio que se realiza amanhã pela hora de almoço, onde espero sinceramente que não haja confrontos entre as equipas portuguesas.
  Os restantes apurados são o Sp. Moscovo, o PSV, Twente, D.Kiev e Villarreal, sendo que para mim a equipa espanhola é o adversário a evitar e a minha preferência recai claramente em qualquer uma das equipas holandesas, que julgo estarem perfeitamente ao alcance do Benfica.

DUBLIN - Um sonho que se pode tornar realidade.

--- Dublin é um sonho, um sonho perfeitamente concretizável e o seu caminho, passa invariavelmente por Paris, onde só um Benfica ao seu melhor nível pode aspirar a mais altos vôos e eu acredito que hoje teremos um grande Benfica em Paris, com um apoio incrível dos milhares de emigrantes benfiquistas que elevarão bem alto o nome do clube.
   É isto que de facto faz toda a diferença, é esta capacidade aglutinadora que alguns, por mais que vençam, não conseguem igualar, com a inveja e a raiva por essa incapacidade que a isso está associada.
  Não é preciso dar este magnífico exemplo de Paris, basta ver que um líder, a 2 jogos de se sagrar campeão, não consegue colocar em Leiria mais de 3500 pessoas, se fosse o Benfica, Leiria estava certamente esgotada e é esta dimensão inigualável que os faz estar à beira de um ataque de nervos.
   O Benfica tem hoje uma missão que não se afigura fácil, o resultado da 1ª mão foi curto, mas esta equipa já mostrou em várias ocasiões uma alma e um querer que me fazem acreditar nela e se esses factores, aliados à categoria dos nossos jogadores, for hoje colocado em prática, acredito que mais logo estaremos apurados para os 1/4 de final.
   Em Paris, o Benfica vai ter um imenso apoio, o qual se pode revelar decisivo, pede-se muita concentração e um jogo ao nível de Estugarda, se assim acontecer, só por manifesta infelicidade o Benfica deixará de se apurar, há que pensar essencialmente na nossa qualidade e colocar em campo o nosso estilo, porque julgo que agora, depois das poupanças na anterior jornada do campeonato, os jogadores estarão mais leves e frescos, com os reflexos exibicionais que isso acarreta.
   Jorge Jesus arriscou, eu estou plenamente de acordo com as opções que tomou, mas como sabemos, em Portugal e principalmente no futebol, onde se pensa mais com o coração de que com a cabeça, somos presos por ter cão e por não ter, ou seja, se ele tem colocado contra o Portimonense o seu melhor onze e hoje fosse eliminado, seria acusado de não fazer descansar os jogadores numa prova perdida, mas depois das poupanças que fez, se for eliminado, será acusado de ter feito poupanças para nada, esse é o risco de tomar decisões, mas afirmo desde já que aconteça hoje o que acontecer, Jorge Jesus será o meu treinador e espero que por muito tempo, porque foi ele que me devolveu a alegria de ir ao futebol, a ilusão de ver espectáculo, que me deu um título de campeão e uma Taça da Liga, que está de novo na final desta prova, que já garantiu nova presença na Champions onde há muito não estavamos em 2 temporadas seguidas, que estou a um passo de voltar a ver após tanto tempo, o Benfica de novo no Jamor e que me faz acreditar que na próxima época, com os jogadores a começarem a época ao mesmo tempo, teremos de novo um Benfica campeão.
   Dublin é um sonho possível, não é fácil, as equipas presentes ainda na competição estão longe de serem grandes tubarões da Europa do futebol, são contudo equipas com bons valores, equilibradas e que também elas podem ganhar a qualquer adversário, no fundo, neste tipo de provas, também é preciso alguma sorte e se ela acompanhar a equipa, esse cenário de uma final europeia, pode ser real e eu acredito nisso.
   Força Benfica, vamos dar tudo para vencer.

 APENAS UMA REFERÊNCIA QUE NADA TEM A VER COM O POST: Quando para os candidatos à Presidência do Sporting, o seu ponto em comum como grande medida de fundo, é proibir os jogadores de calçarem chuteiras vermelhas, julgo que estamos suficientemente esclarecidos em relação às grandes opções do Sporting e ao que verdadeiramente os move, mas atenção, os jogadores poderão calçar chuteiras azuis e brancas.

terça-feira, 15 de março de 2011

É TUDO FARINHA DO MESMO SACO.

--- Não vi como o faço desde há muito tempo o programa "Dia Seguinte", por uma questão de princípio e porque não existe seriedade e o mínimo carácter em alguns dos seus paineleiros, como tal, percebendo que nada se aprende com essa gente que apenas envergonha quem verdadeiramente gosta de futebol, é um programa que nada me acrescenta.
    Contudo, li alguns comentários e ouvi algumas pessoas amigas, sobre o comportamento de José Guilherme Aguiar a propósito do episódio das agressões a Rui Gomes da Silva e para mim não foi nada surpreendente, afinal de contas, aquela gente é tudo farinha do mesmo saco e como tal, o seu comportamento, no fundo é igual ao de um qualquer animal amestrado, com a devida subserviência e obediência ao padrinho, o que por princípio demonstra logo falta de vontade própria e aí de quem se mostrar contra.
   Pelo que sei, perante o sucedido na Palermo portuguesa, o paineleiro portista, no seu habitual tom irado e monopolizador, além de nunca se ter mostrado minimamente solidário com o seu colega de painel, faltando-lhe inclusive aos respeito, limitou-se a descrever episódios de violência perpetuados por adeptos afectos ao Benfica, tendo como alvo Porto e Sporting, em busca claro do habitual aliado leonino, o que diga-se parece que conseguiu com mestria, nada também de novo, é por demais conhecida a capacidade subserviente dos comentadores leoninos.
   É verdade sim senhor, infelizmente, todos os clubes, têm nas suas fileiras, adeptos que por vezes têm comportamentos reprováveis, o que José Guilherme Aguiar não percebe ou não lhe interessa perceber é que enquanto no seu Porto, o seu Presidente, pelos vistos com a sua concordância e de muitos outros apaniguados tripeiros, instiga de forma incrivelmente leviana e impune à violência, apoiando-a e incentivando-a, no Benfica, a sua direcção, emite comunicados lamentando esses incidentes, condenando-os e apelando aos seus adeptos para evitarem esse tipo de atitudes e é isso que faz toda a diferença, enquanto uns apelam e estão por detrás de actos de violência, do outro lado há uma posição frontalmente contra.
  Depois do que li e me contaram sobre o comportamento lastimável e tão arruaceiro como o do seu Presidente, fiquei devidamente esclarecido quanto à sua maneira de estar no desporto, que é em tudo similar à de Pinto da Costa, o que para  Guilherme Aguiar constitui um elogio, mas que para as pessoas de bem constitui uma ofensa.
   Julgo que a maioria das pessoas atentas a este fenómeno, já há muito percebeu que a maneira de estar no desporto dos elementos ligados ao Porto, consiste num confronto bélico, de arruaça e violência, foi assim que ganharam a hegemonia dos últimos anos, tendo ainda depois, o descaramento de se vitimizarem, como se a culpa fosse sempre dos outros, fazendo-se dos coitadinhos marginalizados pelo poder central, numa guerra norte - sul, sempre presente numa mentalidade tacanha e provinciana que me nada os dignifica.
   É por isso que por muitos títulos que ganhem, por muitas conquistas que tenham, nunca conquistarão o respeito e a admiração de quem gosta de um futebol sério e honesto e o reflexo disso, é que em Leiria, mesmo estando a caminho do título, estavam naquele estádio pouco mais de 3500 pessoas, ao contrário do Benfica, que ali meteu mais de 20 mil e é isso que lhes dói na alma e é essa a nossa verdade.
  Toda a gente já percebeu que não é em vão que Pinto da Costa vai lançando e vai continuar a lançar farpas e provocações constantes ao Benfica, o seu objectivo é claro, passa por criar um clima de guerrilha tal, que impeça que o jogo da Taça na Luz não se conclua por comportamento incorrecto do público, pois já percebeu que essa é a sua melhor hipótese de eliminar o Benfica, mas ao contrário do que possa pensar, os adeptos do Benfica não são da sua índole e saberão responder com inteligência e à altura dos acontecimentos.
  O que me deveria espantar, mas já não me espanta, é que perante este constante comportamento de incitamento à violência, os órgãos disciplinares da Liga, o Secretário de Estado do Desporto e as instâncias jurídicas, se mantenham no mais completo e comprometedor silêncio, mas se algum dia, algo de muito grave acontecer, não venham lavar as mãos como Pilatos, serão todas esta instâncias que permitem a impunidade de um prevaricador e criminoso as principais responsáveis e será a eles que apontarei o dedo e acusarei frontalmente.
   Para isso, julgo que a direcção do Benfica, saberá no devido tempo alertar os adeptos do clube, para o perigo daquilo que Pinto da Costa pretende e creio que durante o jogo, nada faremos que comprometa o apuramento do Benfica, porque o que aquele fora da lei quer, é que a ira dos adeptos seja tal, que o ambiente se torne de tal maneira insustentável, que o árbitro não tenha condições para terminar o jogo e desse modo, o Porto passar á final, esse é o grande objectivo das suas declarações, só que nós somos mais inteligentes e vamos demonstrá-lo.
  E como? Perguntam alguns, gritando durante todo o jogo as palavras "Corrupção, corrupção, vocês são uns corruptos, corrupção, corrupção, vocês são uns corruptos", sem nada atirar para o relvado e no final do jogo, já depois do apito final do árbitro, tenho a certeza que o Benfica não vai atirar com bolas de golfe aos elementos do Porto, o que pode acontecer, é os adeptos do Benfica devolverem as bolas de golfe que nos mandaram no dragão, porque nós não queremos nada que não seja nosso, fazendo desse modo justiça ao já denominado campeão do golfe.

segunda-feira, 14 de março de 2011

EMPATE COM PENSAMENTO NA EUROPA - Revolução teve custos.

--- Antes de mais, devo dizer que estou em perfeita sintonia com as opções tomadas por Jorge Jesus, em relação à revolução apresentada no onze que entrou ontem em campo, o Benfica não poderia correr qualquer risco de comprometer o apuramento para os 1/4 de final da Liga Europa, por caprichos numa liga inquinada, que está decidida desde o seu início e não é seguramente este resultado que me fará mudar de ideias de que este campeonato foi feito de sucessivas mentiras, jornada após jornada, até ao triunfo final de um campeão mentiroso.
   Sei inclusive, que muitos que pediam a cabeça do treinador no princípio da época vão ressuscitar com a leveza de raciocínio do costume, os mesmos que o veneraram de novo num ciclo de vitórias sucessivas, mas esses eu até entendo, agem com o coração e isso tolda sempre o raciocínio, não estão ligados ao futebol e isso tira discernimento, enfim, é o papel de adepto em que também eu caio algumas vezes, é normal, anormal são aqueles que andam dentro deste fenómeno e dele fazem vida, nas mais diversas áreas, virem com críticas veladas ao treinador do Benfica e aos jogadores que ontem alinharam, porque há que saber entender que por muita qualidade que alguns jogadores tenham, a sua categoria só sobressai com rotinas criadas, porque este é um jogo colectivo.
  Dizem-me alguns que o Porto tem em 22 jogos só 2 empates e que isso é elucidativo do seu valor, respondo eu que é verdade, mas isso só foi possível, porque nas vezes que o Porto esteve para tombar, casos houve que o impediram de cair, no entanto e porque gosto e julgo que tenho algum discernimento para ver futebol, sei ver que o Porto tem obviamente uma boa equipa, com belíssimos jogadores e muito bem orientada por um treinador que vai demonstrando qualidade, sendo apenas evitável que abstraísse tanto o seu pensamento em prol do Benfica, pelo que julgo que poderia até ser na mesma campeão sem tanto trafulhice, assim seria o primeiro a dar-lhe o mérito devido, do qual me subsistem algumas duvidas legítimas pelas razões sobejamente conhecidas.
  BENFICA 1 PORTIMONENSE 1 - Apresentando um onze completamente diferente do habitual, com algumas estreias em jogos oficiais, como foi o caso de Carole, o treinador do clube sabia bem os riscos que corria ante uma equipa que por ser última classificada, se apresentou ávida de pontos.
   O Benfica curiosamente até nem entrou mal no jogo, assumindo o mesmo, criando logo no inicio uma tremenda oportunidade para marcar.
  Aos poucos, foi-se notando a falta de rotina dos jogadores presentes em campo, o que para quem conhece um pouco o fenómeno, sabe que é perfeitamente normal, mesmo com melhores jogadores que o adversário, que as rotinas criadas no seio da equipa, fazem toda a diferença e foi precisamente o que aconteceu neste jogo, nada mais normal.
   O Portimonense, percebendo que tinha perante um si um adversário pouco ligado, foi crescendo e tentando lançar contra ataques e foi na sequência de um desses contra ataques que chega ao golo, Roderick, infantilmente, num lance aparentemente inofensivo, faz ostensivamente mão na bola, só que o árbitro equivocou-se, a mão foi fora da área e seria livre e não penalti.
   Com a desvantagem no marcador, o Benfica foi incapaz de reagir, quando criava algum perigo, era mais por acção individual dos jogadores que colectiva, o futebol era desgarrado e isso facilitava em muito a tarefa defensiva do adversário.
  Na 2ª parte - Houve um pouco mais de Benfica, fruto das entradas de Salvio e Gaitan, que abriram os corredores e deram mais alguma profundidade ao futebol do Benfica, só que à medida que o tempo passava e o empate não surgia, ora por ineficácia atacante, ora por acção de Ventura, as brechas no sector defensivo acentuavam-se e disso se aproveitava a equipa algarvia que construía por vezes lances de enorme perigo, tendo mesmo uma flagrante oportunidade de matar o jogo com uma bola na trave, antes de Nuno Gomes, recem- entrado, empatar a partida num lance de insistência na área do Portimonense.
   Esse golo deu algum ânimo à equipa, mas as faltas de rotina eram notórias, aliado a esse facto, o treinador algarvio, começou a povoar ainda mais a sua defesa, de modo a garantir um importante ponto, que diga-se mereceu.
  Pela positiva: Os contra ataques perigosos do Portimonense, acentes num jogador de nome Candeias, que mostra capacidade para atingir outros patamares e Nuno Gomes, entrou e marcou de novo, sempre com uma alma e um profissionalismo digno dos maiores elogios.
  Pela negativa: A falta de ligação entre sectores numa equipa que nunca jogou junta e Alan Kardec, uma nulidade absoluta, domina a bola com a canela, nunca se desmarca a preceito e está sempre longe do lugar para onde vai a bola, sem qualquer categoria e oportunidades já teve e muitas.
Arbitragem de Paulo Baptista, foi regular, com critério, mas falhou num lance grave, Roderick faz mão fora da área e ele transformou um livre em penalti por indicação errada do seu auxiliar.
   Todas as atenções, estão agora centradas e assim é que deve ser, nas diversas provas em que o Benfica depedende de si, a aposta é óbvia, há que vencer a Taça da Liga, atingir a final e vencer a Taça de Portugal e dar tudo pela final da Liga Europa, a começar desde já pelo importante jogo em Paris, se assim for, será certamente uma grande temporada do Benfica.

domingo, 13 de março de 2011

PINTO DA COSTA - Um criminoso impune.

--- Se numa das deslocações do Porto, ao Estádio da Luz, no próximo mês de Abril, Pinto da Costa tiver algum acidente ou incidente, não será a simulação feita por um palhaço, porque os palhaços são gente nobre e íntegra, algo que definitivamente aquele que dizem ser o pai do emplastro não é, será antes, uma simulação feita por um energúmeno.
     De facto a impunidade tem destas coisas, já por diversas ocasiões neste espaço, referi que o facto da Justiça portuguesa, se encontrar num estado de tal modo lastimável, em que os tribunais muitas vezes se recusam a aplicar a lei e noutros casos são impedidos de a aplicar, por questões processuais que apenas beneficiam os criminosos e em nada protegem as vítimas, que os prevaricadores se dão ao luxo de gozar com a Justiça e é muito bem feito, neste momento, os magistrados que conduziram a investigação do processo apito dourado, são enxovalhados e ridicularizados na praça pública sempre que um corruptor de nome Pinto da Costa se balbucia publicamente, é o que dá brincar aos tribunais.
    Depois das agressões de que foi vítima Rui Gomes da Silva, vice - presidente do Benfica e comentador no programa da sic "O dia seguinte", pelos motivos sobejamente conhecidos, em caso algum coloquei se quer a hipótese do Presidente do Porto estar envolvido nessa emboscada, sem bem que não seria um acto virgem, mas depois das suas declarações acerca deste caso, já não tenho qualquer dúvida que esse senhor foi o mandante da emboscada.
   Mas isto não vai ficar por aqui, aquele gang que trabalha em nome do Porto, composto por membros dos Super Dragões, vai continuar a agir sempre que o Padrinho o solicite, porque ninguém na cidade do Porto põe mãos nisto, não há coragem, há aliás muito medo, porque existe muita gente envolvida nos mais diversos esquemas mafiosos, que vão desde o ser mais normal, a homens da política e da justiça e o que aqui estou a dizer, não é novidade para ninguém, é uma realidade provada e comprovada, em que apenas os tribunais não puniram, porque se calhar o envolvimento de alguns que julgam assim impediu.
   Portanto, enquanto não houver coragem política e da justiça, para colocar atrás das grades uma autêntica associação criminosa, que no seio de um clube, se apoderou do futebol português, as coisas apenas tendem a piorar com consequências imprivisiveis e depois, quando algo de bem mais grave acontecer, como é costume, há-de ser só gente a sacudir a água do capote.
   A impunidade incrível e vergonhosa deste meu país, permite que tudo se possa fazer e depois há ainda o descaramento de se vitimizarem publicamente e isto acontece porque a decência e a vergonha não existe para aquelas gentes.
  É urgente de uma vez por todas que o Ministério Público perceba que o Porto já não funciona como um mero clube de futebol, que o seu Presidente funciona como uma espécie de padrinho num grupo que age com contornos da Máfia e se por si mesmo, em nome do interesse público, não abrir imediatamente um processo de investigação sério, rigoroso, mas principalmente independente, com juízes descomprometidos, a toda a acção dessa associação criminosa, temo pelo que possa vir a acontecer e já não é só a verdade desportiva que está em causa, é já a liberdade e os direitos fundamentais das pessoas que naquela zona do país estão em causa e só lamento que os órgãos que existem para a defesa dos interesses legais, fechem os olhos e não queira ver a gravidade do que se está a passar desde há muitos anos a esta parte.
   As provas são mais que muitas e evidentes, assim as queiram usar.

sexta-feira, 11 de março de 2011

ESCLARECIMENTO - Para melhor compreensão.

--- Pelo teor dos  comentários dos meus caros amigos no post anterior, julgo que não me fiz entender bem no objectivo ali pretendido, eu sei perfeitamente que a entrevista ali referida do Hermínio Loureiro tem quase 1 ano.
   Não foi casualmente que coloquei dois assuntos no mesmo tópico, foi sim pelo que julguei ser o sentido da oportunidade, aproveitando uma entrevista bem elucidativa do que se passa nos corredores da sede de poder.
   Senão vejamos, a entrevista ali referida, claramente denuncia jogos obscuros, tráfico de influências e que os centros de decisão, são controlados por determinado clube, através das eleições na F.P.F., por determinação das associações mais fortes e poderosas, com maior número de votos, sendo mais específico, porque sempre foi assim, a A.F. do Porto, tendo por trás o clube mais representativo.
   Ora, o que hoje se vê, em relação a não aprovação dos estatutos, tem a ver com todo esse tráfico de influências, que é crime, ou seja, o que determinadas associações, nomeadamente as do Porto, Braga, Coimbra e Leiria, as quais não querem é perder poder e influência, porque sabem que com estas alterações, terão os votos iguais a qualquer outra associação e como tal, as suas imposições, manobras e poder de voto, nomeadamente na eleição dos órgãos de maior influência, como são o caso do Conselho de Arbitragem e dos orgãos disciplinares, deixam de ter a força que agora têm e foi essa a analogia por mim pretendida e que torna a entrevista do Hermínio Loureiro ao jornal "O Sol" bem actual, porque ela retrata exactamente o jogo de bastidores que estão na origem da guerra criada por essas associações.
  Daí a minha incredulidade, que a Justiça quer desportiva quer civil, faça orelhas moucas e ignore completamente uma realidade de tráfico de influências, que comprovadamente e conforme o ex- Presidente da Liga pode testemunhar continuam a ser bem actuais e este jogo das associações e a prova cabal disso mesmo e concordo perfeitamente quando alguns visitantes deste espaço afirmam que o Secretário de Estado do Desporto é um dos responsáveis pelo actual estado da mentira e da vergonha que é o futebol português, eu até diria mais, ele é conivente por omissão.
   Aqui fica o esclarecimento prestado para melhor compreensão do pretendido no post anterior.

ATENÇÃO A ISTO, MUITA ATENÇÃO - Dois casos que dão que pensar.

--- Confesso que atendendo ao facto da Assembleia Geral da F.P.F., ser apenas no dia 19 deste mês e da 2ª mão dos 1/8 de final da Liga Europa serem no dia 17 de Março, sabendo-se que caso seja chumbada a alteração dos estatutos deste organismo, a UEFA decreta a suspensão das selecções e dos clubes das provas europeias, com efeitos imediatos, tenho imaginado vários cenários que podem influenciar a decisão daquelas associações que estão nitidamente a reboque de certos clubes e receosas de perderem o poder e a influência que detêm.
  Imaginem o seguinte cenário: O Benfica era o único clube a passar aos 1/4 de final da Liga Europa, o Porto e Braga eliminados. O que fariam essas associações?
   Pois bem, não estão a ver a votarem favoravelmente e a viabilizarem a possibilidade do Benfica conquistar a prova, pois não? É que as campanhas sucessivas para que o Benfica forte, dominador e conquistador não volte a surgir são tantas, que esta seria a manobra com chave de ouro.
   Agora imaginem outro cenário: O Benfica era eliminado e o Porto e Braga passavam aos 1/4 de final.
  Qual será neste caso o sentido de voto das referidas associações? Com o Benfica de fora, permitiriam o Porto e o Braga que as suas associações inviabilizassem a sua continuidade na Prova? Não me parece.
   É que estes cenários colocam-se e dão que pensar.
Outra questão que nada tem a ver com isto, diz respeito à entrevista de Hermínio Loureiro ao semanário " Sol", que tomei conhecimento no blogue Somos Benfica , cuja  gravidade do seu conteúdo é tal, que estranho a razão pelo seu branqueamento por toda a comunicação social desportiva e pior ainda, por parte da Justiça Desportiva, nomeadamente do CD da LPFP e mesmo por parte do Ministério Público.
   Senão vejamos o que diz: 
 Hermínio Loureiro, antigo Presidente da LPFP, nessa entrevista, denuncia pressões do FC Porto para “correr” com Ricardo Costa da Comissão Disciplinar, atentem bem às questões e às respostas, porque o significado dessas palavras, dão bem conta da contínua e eterna via corruptora do FC Porto, às pressões e aos agentes fiéis que agem em nome do clube.
A pergunta do jornalista Luís Rosa: “Valentim Loureiro ou Pinto da Costa nunca lhe disseram para controlar o que Ricardo Costa (presidente da Comissão Disciplinar da Liga) andava a fazer?”
A resposta: “A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008, num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade. Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram.
E porque quereria o FC Porto afastar Ricardo Costa? [a pergunta parece inocente, mas terá de ser feita para se obter o testemunho de Hermínio]. “Tem a ver com as decisões disciplinares do Apito Dourado, como é evidente”, respondeu. Hermínio Loureiro contou que Filipe Soares Franco, ex-presidente do Sporting, “também várias vezes sugeriu” que o presidente da Liga “substituísse o Vítor Pereira”.
Mas o episódio com Adelino Caldeira teve repercussões?
 Hermínio Loureiro manteve-se inflexível e gerou ódio no FC Porto. “A partir desse momento, aconteceram coisas absolutamente artificiais como a novela da entrega do troféu de campeão que levou o Porto a escrever uma carta ao secretário de Estado do Desporto a fazer queixa da Liga. O barulho que fizeram!”, conta Hermínio Loureiro.
O ex-dirigente da Liga lamenta que tenha passado a imagem de que a Liga não queria entregar o troféu ao FC Porto e fala de indisponibilidade do clube: “Esteve marcada a cerimónia e essa entrega não foi feita porque Pinto da Costa tinha casamento marcado com a senhora Filomena. Obviamente, se o presidente do Porto não estava presente, a Liga não ia fazer essa entrega. E Tiago Craveiro, secretário-geral da Liga, várias vezes falou com Antero Henriques (director do FC Porto) para tentar marcar uma data para a entrega do troféu, mas nunca havia disponibilidade. Criou-se a ideia de que a Liga não queria entregar o troféu ao Porto – isto cabe na cabeça de alguém?”
A entrega da taça acabou por acontecer, com episódios surreais... “Lembro-me também que, quando saí da sala para entregar o troféu, ouvi um diligente funcionário do Porto a dizer: ‘Desliguem a música! Desliguem a música!’. Era para se ouvirem melhor os assobios. Nunca vi entregar um troféu sem música. Foi original. Foi claramente uma história montada para criar problemas e desgaste, para fazer com que eu não fosse entregar o troféu. Para depois me acusarem de lá não ter ido. As pessoas conheciam-me mal.”
O Conselho de Justiça da Federação decide reduzir a suspensão aplicada pela Liga a Hulk e a Sapunaru e Loureiro demitiu-se: “Assumi as minhas responsabilidades. Não sendo jurista, entendi como uma enormidade a desproporção dos castigos aplicados aos jogadores Hulk e Sapunaru pela Comissão Disciplinar e pelo Conselho de Justiça. Não podemos confundir três jogos com quatro meses”, justifica.
Esta demissão “foi um grito de revolta”, mas também ela assenta em histórias estranhas. Foi Pinto da Costa quem deu conhecimento a Hermínio Loureiro da decisão do Conselho de Justiça, muito antes da mesma ser tornada pública...
“Sabe quem é que me ligou a dar nota da decisão do Conselho de Justiça? Não imagina. Foi Jorge Nuno Pinto da Costa. Fez questão de ligar-me para dizer qual tinha sido a decisão do Conselho de Justiça. Esta é a parte que posso contar desse telefonema”, revela Hermínio.
O então presidente da Liga garante que não sabia de nada... “Não estou com isto a dizer que o presidente do Porto tivesse tido acesso a inside information. Estava dentro do carro, e recebi um telefonema de um número que não tinha gravado. Atendi e ouvi: ‘Daqui fala Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto’. E transmitiu-me a decisão do Conselho de Justiça e depois disse-me um conjunto de coisas que não posso tornar públicas”.
“Porquê? Não são reproduzíveis?”, questiona o jornalista do Sol. “Não posso, não devo. Sei o que é publicável e transmissível, e o que não é. A partir desse momento, procurei confirmar a informação, pois havia muita contra-informação a circular – a RTP chegou a noticiar uma coisa à hora de almoço que não se veio a confirmar. Mais tarde, o secretário-geral da Liga de Clubes confirmou-me a decisão. Perante esta situação, ponderei sozinho algumas horas e decidi renunciar ao cargo de presidente da Liga de Clubes. Informei os meus colaboradores e solicitei a todos os titulares de cargos nos órgãos da Liga que se mantivessem em funções para manter a normalidade”.
  Perante esta entrevista, será possível a comunicação ´social desportiva não lhe dar o devido destaque? Perante estas palavras, será possível a Justiça desportiva ficar inerte? Perante estes claros indícios de corrupção,  um crime de natureza pública, com uma testemunha forte e credível, será possível que o Ministério Público faça ouvidos moucos e não abra um processo de inquérito que venha a dar azo a um processo crime?
  Só mesmo neste país, em que perante claros indícios de corrupção continuada, se fica a assobiar para o lado, é por estas e por outras é que os fora da lei se dão ao luxo de dizer que outros estão acima da lei.
  Julgo que todos nós, temos o dever de divulgar e denunciar esta podridão, eu já tomei a iniciativa.
 

SEMPRE BENFICA

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