segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O REGRESSO - depois de longa ausência.

  Caros amigos, depois de uma pausa, por cansaço, a atividade do blog vai regressar em breve. Até já.

sábado, 26 de janeiro de 2013

MOMENTO TRISTE - Para ti Vitor Hugo.

   Infelizmente hoje não venho aqui falar de futebol, o que é isso afinal comparado aos valores da vida, da amizade? Nada.
  Hoje venho apenas aqui prestar uma sentida homenagem a um de nós, um enorme lutador, que perante a adversidade lutou com a coragem que caracteriza os grandes, e o Vito Hugo, do blogue Força Mágico SLB era enorme, ou melhor, será sempre enorme, notícia do seu falecimento deixou-me sem palavras, infelizmente pouco mais lhe posso fazer do que prestar-lhe neste espaço que ele tanto frequentava a minha pequena homenagem.
 
  O último post que lá está é este: O Benfica equipa de Vermelho e não de encarnado.
Pois: encarnado é uma
alma ou espírito que ocupa temporariamente um corpo humano que posteriormente irá desencarnar, e talvez, reencarnará novamente.

   FICA SEMPRE BEM VITOR, FICA BEMFICA.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CANSAÇO NATURAL - Desculpem a perda de fulgor.

  Caros amigos e leitores deste espaço, confesso que ando um pouco cansado da actividade na Catedral, irei certamente a continuar a editar alguns posts, mas sem a mesma regularidade, peço a vossa compreensão, como tudo na vida, cada coisa tem os seus momentos e a disposição actual, a dinâmica para este espaço, a alegria com que o fazia, já não é a mesma, mas o meu incondicional apoio ao nosso Benfica, esse será sempre intenso,com alegria e sem perda de fulgor.
  Um abraço a todos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

LIÇÃO DE BOM FUTEBOL EM COIMBRA - Com passaporte para o Jamor.

   Depois desta vitória categórica em Coimbra, confesso que seria para mim, uma enorme frustração, não ver o Benfica na final do Jamor, ainda para mais, numa prova já sem  Braga e o Porto e com uma meia final disputada a 2 mãos, por norma mais favorável aos mais fortes e pese embora o meu enorme reconhecimento à mais valia desta equipa do Paços de Ferreira e do grande trabalho do seu treinador, o Benfica parte com favoritismo e não deve ter receio de o assumir.
    Já aqui manifestei diversas vezes, a minha angústia por há muito não ver o Benfica na final da Taça de Portugal, este meu desejo está perto de se concretizar e nem outra coisa me passa pela cabeça, não me importando que os nossos rivais, venham agora, à semelhança da Taça da Liga, a querer desvalorizar esta competição, o que não me espantaria, é o normal sempre que não conseguem fazer melhor que o Benfica, já agora um desejo de ve um derby Benfica - Belenenses na final.
ACADÉMICA 0 BENFICA 4 -  Um jogo mais fácil do que o previsto por todos, mais por mérito de um Benfica determinado e com vontade de resolver cedo a questão, em ver de esperar para ver o que o jogo lhe ia dar, do que por demérito da briosa.
  O Benfica imprimiu um ritmo frenético desde o 1º minuto, Cardozo, com um toque de classe quase inaugurava a contenda, mas viu o seu remate ser desviado por um defensor para a barra e sair pela linha final.
   Na sequência do lance, surge o golo, assistência de Matic para a entrada da área, onde surge Ola John a rematar forte para o fundo das redes, estava feito o primeiro.
   A velocidade e constante troca de bola feita pelos jogadores do Benfica, baralhava por completo o seu adversário, incapaz de acompanhar o ritmo, via-se um Benfica em noite de inspiração.
   Foi por isso com naturalidade que chegou aos 9 minutos o 2º golo, mais uma vez Matic a trabalhar o lance e a assistir Lima que surge solto de marcação no interior da pequena área para finalizar.
    Em apenas 10 minutos, fruto da qualidade evidenciada, o Benfica dissipava cedo qualquer dúvida quanto ao vencedor da partida e não baixasse um pouco o ritmo, seria um festim.
  Mas mesmo com um ritmo menos elevado, eram do Benfica os melhores lances da partida, o meio campo academista não conseguia pressionar, porque Matic e Enzo eram mais agressivos e nunca estavam parados, o que transmitia uma enorme dinâmica a toda a equipa.
   Por isso não espantou que numa jogada pura de contra ataque, Lima se desmarcasse pela zona interior direita do relvado e fizesse o golo da noite, uma chapelão fantástico a Peiser, num momento de pura classe deste fantástico avançado, o xeque mate era dado aos 30 minutos.
     Até ao intervalo, o Benfica ficou a dever a si mesmo o não avolumar do resultado.
Na 2ª parte - Adivinhava-se uma reacção da Académica, Pedro Emanuel colocou em campo um jogador mais criativo, fazendo entrar Cleyton, mas a pressão exercida por todo o movimento da equipa do Benfica, impedia que os academistas criassem grandes problemas na defensiva encarnada, a excepção foi mesmo um remate forte à entrada de Cleyton para uma boa defesa de Artur.
   Aos poucos e sem grande dificuldade, o Benfica voltava a assumir o completo controlo do jogo, perante um domínio e a clarividência da equipa, não espantou ninguém o 4º golo do Benfica, apontado por Salvio, após uma bela iniciativa individual.
  Esse golo, matou por completo a Académica e daí até ao final do jogo, assistiu-se apenas a um festival de desperdício de golos pelo Benfica, que pese embora a brilhante exibição realizada, ficou a dever a si mesmo uma goleada que poderia ter atingido números históricos.
 Pela Positiva: A movimentação colectiva do Benfica, aliada à qualidade individual dos seus jogadores, com destaque para Matic, começa a ser um jogador que alia classe pura à capacidade de recuperação de bolas e a Lima, um todo o terreno que nunca para, coroando a sua exibição com 2 golos, um deles de grande beleza técnica.
 Pela negativa: Alguma incapacidade física dos jogadores da Académica que para além de revelarem em todo o jogo uma tremenda incapacidade de acompanhar o ritmo forte imposto pelo Benfica, acabaram o jogo sem forças.
 Arbitragem de Jorge Sousa - Facilitada pelo modo como o jogo cedo se resolveu, pelo que não teve grandes problemas, pese embora a irritante tendência de grande parte dos nossos árbitros em apitar qualquer contacto.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

CLÁSSICO EMPATADO - Com folclore no final do jogo.

  Começo este post pelo fim, o folclore protagonizado pelo treinador e presidente portistas, com uma choraminguice e um chorrilho de disparates, digno de figurar no guiness.
   É o que dá a impunidade, houvesse justiça neste país e algumas dessas figuras não teria tanto tempo de antena.
   Apesar de não perceber o motivo para este folclore de queixas e queixinhas, entendo, afinal de contas é natural que quem está habituado a ser sistematicamente beneficiado nestes clássicos, quem construiu a sua hegemonia num enredo de corrupção e prostituição, naturalmente sente-se prejudicado quando não é beneficiado.
   Como bom cão de fila, com uma arrogância e má educação evidentes, aí se fosse Jorge Jesus, queixa-se esse senhor pelo facto de Matic e Maxi não terem sido expulsos, enfim, já aqui havia dito quando esse senhor confundiu mãos com peitos e pernas, que o seu problema é de fácil resolução, é meramente oftalmológico, é que acho engraçado que se consiga vislumbrar essas expulsões e se ignore as sucessivas entradas violentas de Fernando e Moutinho, mas se no caso de Maxi ainda possa perceber, já acho absolutamente ridículo exigir a expulsão de um jogador que fez 2 faltas em todo o jogo, que vê um primeiro amarelo por faltas iguais a tantas no jogo e se quisesse um 2º amarelo por uma falta normal no meio campo adversário, enfim, conversa de tolos, para tolos entreterem.
   Concluindo este tema, facilmente se percebeu que de facto, o que o que interessava realmente ao aconselhador matrimonial, era a presença de Pedro Proença neste clássico, afinal de contas, é natural que lhescuste ver o obreiro do título da época passada, fora deste jogo de tamanha importância, mas mais ridículo ainda, foi a figura triste de telemóvel em punho, qual menino zezinho a fazer queixinhas à professora porque o nuninho lhe tirou a bola, por causa de um lapso normalíssimo do site da Liga ter-se enganado na colocação do resultado deste jogo, lamentável que se queira fazer de um lapso um caso, mas vindo de quem vem, de facto já nada me espanta, enfim, quando os ladrões continuam em liberdade mesmo cometendo crimes em catadupa, sentem-se cada vez mais autorizados em cometer crimes, é o que acontece.
BENFICA 2 PORTO 2 - Um clássico que teve uma fase inicial de loucos, com 4 golos nos primeiros 20 minutos, o que fazia prever um jogão, com muitos golos e de parada e resposta, mas foi falso alarme, apesar de sempre intenso, as equipas encaixaram a partir dos 30 minutos e poucas mais oportunidades de golo aconteceram.
   Mérito seja dado a ambas as equipas, pois mostraram que queriam ganhar, o Porto adiantou-se cedo no marcador, 7 minutos, através de um livre lateral, com Mangala a inaugurar o marcador de cabeça, resposta pronta do Benfica, com Matic a desferir um grande pontapé, naquele que foi o golo da noite, que permitiu ao Benfica igualar de novo o resultado.
   Mas o jogo nesta altura estava endiabrado, e Jackson coloca de novo o Porto em vantagem fruto de um lance inadmissível de Artur, há erros que não se podem cometer, muito menos em jogos desta importância e o guarda - redes do Benfica, tantas vezes elogiado fruto de belas prestações na baliza benfiquista, borrou a pintura 2 vezes no mesmo lance, 1º ao não conseguir recepcionar a bola, depois, chegando primeiro que o avançado portista, em vez de chutar para fora do alcance de Jackson, vai chutar contra este e assim permitir que caminhasse para a baliza deserta, de nada valendo o tremendo esforço de Garay.
    Mas com um jogo tão louco, o Benfica responde de novo, depois de uma bela iniciativa de Salvio, a bola foi cruzada rasteira para a pequena área, com Helton a ficar também mal na fotografia e Otamendi a aliviar para Gaitan que fuzilou autênticamente a baliza de Helton, restabelecendo de novo a igualdade no marcador.
   Perante este ritmo, longe estariam os espectadores de pensar que o resultado estava feito, mas a verdade é que não houve mais golos, o jogo até caminhou algo penoso até ao intervalo e com justiça no marcador.
  Na 2ª Parte - O Benfica pareceu querer tomar conta do jogo, mas rapidamente o Porto, fruto de um meio campo mais bem povoado, começou a ganhar a bola e a conduzir o jogo para um ritmo mais adequado ao seu estilo, no fundo, o Benfica procurava imprimir mais velocidade, mas era o Porto que conseguia gerir o ritmo.
   Perante este encaixe quase perfeito, as equipas iam tendo alguma dificuldade em ganhar supremacia no ataque, o jogo de ambos tornava-se mais previsível e começava a perceber-se que só mais um erro, ou um lance fortuito poderia levar alguém ao golo.
   Foi o que aconteceu aos 80 minutos, uma recuperação de bola no meio campo, permitiu isolar Cardozo, que caminhou isolado para a baliza de Helton, rematou bem colocado, mas o guardião portista evitou o golo que daria a vitória ao Benfica, esta foi a única e verdadeira oportunidade da 2ª parte, pelo que julgo que o empate é o resultado que melhor retrata o que se passou no jogo.
Pela positiva: A Atitude de ambas as equipas e a postura digna dos jogadores, que levou a que este fosse um clássico sem grandes picardias, com maior preocupação em jogar do que outra coisa, com algumas faltas mais duras é certo, mas nada que ultrapassasse os limites de um clássico, infelizmente já se viu coisas muito graves que não se viram neste jogo.
 Pela negativa: Os discursos de Pinto da Costa e Vítor Pereira no final do jogo, injustificados e sem qualquer explicação racional, só se entende isto pelo facto de estarem habituados a ver bolas entrarem na sua baliza e não ser golo, a ter sempre vantagem numérica em campo, a marcar golos de penaltis inexistentes ou a em fora de jogo, na ausência destes casos, tiveram de se vitimizar como sempre.
Arbitragem de João Ferreira - Técnicamente nada a dizer, deixou jogar o mais possível, não foi por ele certamente que o jogo não foi mais corrido, alguns foras de jogo duvidosos, daqueles por milímetros e como tal de análise extremamente complicada, disciplinarmente se é verdade que Maxi poderia ter sido expulso, também Fernando e Moutinho podiam, mas em defesa do jogo, imperou o bom senso que alguns só o desejam quando lhes convém.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

TAÇA DA LIGA - Uma questão de tradição.

   Com mais um volte-face no marcador, o Benfica manteve a sua forte tradição vencedora nesta competição e apurou-se para a meia final, com uma vitória difícil mas justa, num jogo que também serviu para dar minutos e ritmo  jogadores que por um motivo ou outro, há muito que têm andado arredados da competição, casos de Aimar, Carlos Martins e Roderick.
  BENFICA 3 ACADÉMICA 2 - O Benfica como esperado, apresentou um onze com muitas mudanças em relação àquele que foi utilizado na última jornada da Liga e da equipa habitualmente titular, a excepção foram Lima e Jardel, daí ser natural alguma dificuldade na fluidez e consistência do seu jogo.
   Mesmo numa toada algo morna e contra a melhor equipa da Académica, que se mostrou sempre muito encolhida, o domínio do Benfica era quase total, não criando muitas oportunidades e nem sempre com a melhor ligação entre o meio campo e o ataque, fruto de uma menor inspiração de Bruno César e dos alas Nolito e Ola John, a verdade é que o Benfica jogava próximo da área adversária.
   Por volta dos 35 minutos, surge o 1º golo da partida, curiosamente através de um passe fantástico de um Bruno César preso de movimentos, que isola o sempre endiabrado Lima, que após fintar o guarda redes, atira para o fundo da baliza.
   Com o golo o Benfica ganhou maior tranquilidade, mas revelava alguma dificuldade de aceleração do seu jogo, afinal de contas, Aimar ainda esta sem grande ritmo e havia alguma dificuldade natural de entrosamento entre os menos utilizados, o que é natural.
    O jogo caminhava controlado para o intervalo, quando um passe displicente do apagadíssimo Bruno César, isola Makelele e este só com Paulo Lopes pela frente restabelece a igualdade a 1 golo, após o qual as equipas seguiram de imediato para o balneário sem sequer a bola ir ao centro.
  Na 2ª parte, fruto do empate registado, esperava-se um melhor jogo e mais rápido, foi o que sucedeu.
    O Benfica apareceu mais determinado sobre a bola, subiu a sua linha defensiva, mas sem que nada o fizesse prever, numa recuperação de bola a meio campo, Saleiro e isolado por um companheiro e na 2ª vez que chega à baliza do Benfica faz o seu 2º golo, colocando-se em vantagem no marcador.
   O azar dos conimbricenses, é que este Benfica respira confiança,  a equipa não abanou e partiu de imediato para cima do seu adversário.
  Em desvantagem no marcador, chegou a hora de Jorge Jesus mexer na equipa, fazendo entrar Kardec para os lugar de um Aimar ainda à procura da sua melhor forma e Martins para o lugar do apagado e parece-me até desmotivado Bruno César, essas substituições mudaram ainda o sistema da equipa do inicial 4-2-3-1, para o habitual 4-4-2 em que esta equipa se sente nitidamente melhor.
   Com a mudança táctica e as substituições operadas, a melhoria de produção da equipa foi notória, contribuindo também para tal a entrada de Salvio para o lugar de um Nolito muito trapalhão e num ápice, o Benfica virou o resultado, igualando a partida através de um cabeceamento de Kardec e depois através de primorosa assistência deste a isolar Lima que coloca um ponto final no jogo.
    Com a vantagem no marcador e depois de ver a Académica reduzida a 10 unidades, o Benfica, até ao fim do jogo limitou-se a controlar a posse de bola, a fazer gestão de esforço, à espera do apito final.
   Em suma, uma vitória justa, num jogo com uma 2ª parte mais viva e alegre que a primeira.
Pela positiva: A mudança táctica de Jorge Jesus e a entrada de um Kardec decisivo, com uma enorme injecção de moral para o avançado brasileiro.
 Pela negativa: A exibição sem chama e motivação de Bruno César, assim perde toda a legitimidade para pedir mais tempo de jogo.
 Arbitragem: Teve o condão de deixar jogar, usando um critério largo, com dúvidas se havia posição irregular de Lima no 1º golo do Benfica e no 2º golo da Académica, mas o mesmo auxiliar, na dúvida e bem, optou por como mandam as regras, beneficiar quem ataca.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

BENFICA CONVENCE - Num campo complicado.

   Antes de entrar no post, pedir desculpas a quem frequenta este espaço por esta ausência temporal, não tenho grande justificação, apenas algum cansaço, por vezes preciso de uma pausa, nada mais que isso.
    Quanto ao jogo no Estoril, penso que foi uma vitória categórica, justíssima, com golos de grande qualidade, numa equipa que como venho afirmando, merece da parte dos seus adeptos, bem mais apoio e carinho daquele que tem tido, nomeadamente nos jogos na Luz, com assistências nada condizentes com o desempenho e a qualidade que este Benfica vem exibindo.
ESTORIL 1 BENFICA 3 - Um jogo dominado quase por completo pelo Benfica, numa exibição de grande coesão e com uma capacidade de pressão em todo o campo que impede os adversários de saírem a jogar.
   O jogo começou algo morno, mas desde logo e notou um Benfica subido no terreno, a fazer grande pressão ao portador da bola da equipa adversária, impedindo-a assim de esta conseguir a sair a jogar com a bola controlada.
   A partir dos 15m, o Benfica já dominava a partida e se é verdade que nunca deixou o Estoril criar qualquer perigo, a boa entrega e organização defensiva do adversário ia impedindo o Benfica de criar grandes situações de golo excepção feita a uma bela jogada na esquerda em que Cardozo falha a emenda e a uma combinação Melgarejo, Gaitan, com o jovem paraguaio a rematar para uma grande intervenção do guarda redes adversário.
   À medida que o tempo avançava, o domínio do Benfica acentuava-se pelo que o golo de Gaitan, num toque de calcanhar de grande magia, após canto marcado por Cardozo!!!, acabou por dar justiça no marcador, o mais difícil estava feito e o 1 a 0, dava justiça ao marcador.
   A surpresa no futebol é de extrema importância e Jorge Jesus, mais uma vez calou os eternos críticos, colocando o Tacuara a marcar os cantos e baralhando com isso as marcações do adversário.
 Na 2ª parte - O domínio do Benfica foi absoluto, partindo para uma exibição de grande qualidade, com a chamada pressão alta a acentuar-se e com isso a ver-se um Benfica dono e senhor do jogo.
    Lima rendeu um Rodrigo lesionado e que até estava a cotar-se com um dos melhores do Benfica, mas o ex-bracarense foi notável na forma como recebeu um passe magistral de Gaitan, dominando de peito e fuzilando o guarda redes do Estoril.
   Estava feito o 2 a 0 e já não restavam dúvidas quanto ao vencedor da partida, não só pela vantagem no marcador, mas pela qualidade que o Benfica exibia.
   O jogo corria de feição ao Benfica, com 2 golos sofridos, apesar de nunca desistir, o Estoril mostrava-se incapaz de suster um Benfica tão seguro de si, a equipa ganhava bolas no meio campo adversário, não deixava o adversário respirar e entrava com boas combinações ora na esquerda, ora na direita, com Gaitan e Salvio em bom plano.
   Perante este domínio, foi com naturalidade que surgiu o 3 a 0, grande cruzamento e mais um grande golo, com um pontapé de primeira de Salvio, com a bola a bater com estrondo na barra e a ressalvar para lá da linha de golo, num lance muito bem ajuizado pelo assistente de Duarte Gomes, que mesmo mal posicionado viu  o evidente, a bola entrou na baliza do Estoril.
    Infelizmente, perante as evidências e aquilo que as pessoas normais, sem serem ressabiadas ou com uma xenofobia extrema ao Benfica viram, há sempre um qualquer palerma que gosta de fazer figura de parvo, não sei se por feitio, ou se por questões oftalmológicas, mas ouvir um tal de Miguel Guedes, no programa trio de ataque, dizer que no golo de Lima, o avançado brasileiro domina a bola com o braço e fazer chacota de uma decisão certa de uma equipa de arbitragem, para além de ridículo, é de alguém que certamente não está no seu perfeito juízo.
   Começo a ficar até preocupado com o que se passa nas hostes portistas, porque depois de Vítor Pereira, conseguir ver pernas, cabeças e peitos nas mãos dos adversários do Benfica, ver agora Miguel Guedes conseguir ver mãos no peito de um jogador, só pode mesmo ser um grave problema de visão, felizmente para eles, a questão resolve-se com óculos ou lentes de contacto, certamente bem graduadas.
   Concluindo o comentário às baboseiras de Miguel Guedes, percebo que não tenho gostado de ver ser validado ao Benfica um golo em que a bola passou para lá da linha final, afinal de contas, está mais habituado a um tal Olegário que prefere não ver a bola a entrar na baliza do Porto.
   Voltando ao jogo, com 3 a 0, o Benfica matou por completo quaisquer aspirações dos estorilistas, os quais apenas chegaram ao golo já perto do fim do jogo, num lance meramente casual, que resulta de um tremendo frango de Artur, acontece aos melhores e Artur é dos melhores.
   Vitória justíssima do Benfica, num encontro de extrema importância porque antecedia o clássico de dia 13 de Janeiro, um jogo que não sendo decisivo, poderá marcar o futuro das equipas no que depois virá, desejo que o Benfica, ao contrário de outros clássicos não respeite em demasia o adversário e mantenha esta mentalidade e atitude, se assim for, tornará certamente as coisas menos complicadas.
  Pela positiva: O regresso em grande de Gaitan e os 3 golos de grande qualidade do Benfica.
  Pela negativa: O péssimo estado do relvado.
  Arbitragem de Duarte Gomes: Num jogo simples de dirigir, este senhor continua com a mania da sinfonia de apito a qualquer queda, próprio de árbitros inseguros e vulgares, valeu o acerto do seu auxiliar no 3º golo do Benfica.
    Termino este post, falando de algo muito mais importante que qualquer jogo ou resultado de futebol, com uma palavra para João Cancelo, que viu a sua mãe falecer num acidente de viação, FORÇA MIÚDO, os benfiquistas estão contigo e vão dar-te a força e apoio que precisas para ultrapassar este momento, com a ajuda dela e nossa tu serás ENORME.
 

SEMPRE BENFICA

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Adaptado por Blogger Benfiquista