
PORTIMONENSE 0 BENFICA 2 - Um jogo sem grande história e com um denominador comum, o Benfica a tentar marcar e os algarvios a tentarem não sofrer, o que tirou beleza ao jogo, o qual foi quase sempre disputado a um ritmo lento, quase a ritmo de treino.
O Benfica apresentou um onze completamente renovado, como era esperado e como se impunha, os compromissos que aí vêm são de maior grau de dificuldade e de grande importância.
Obviamente a equipa ressentiu-se da falta de rotinas, o que é normal, mas não impediu o domínio do jogo, apesar de poucas, houve oportunidades suficientes para o Benfica chegar ao intervalo em vantagem, o que não aconteceu, já o Portimonense, demasiado defensivo, fez um único remate digno desse nome, que obrigou Eduardo a defesa atenta, pelo que se chegou ao intervalo com o nulo no marcador.

No entanto foi só de bola parada e já com Saviola e Witsel em campo que o Benfica chega ao golo, com Bruno César a marcar de livre, com um remate rasteiro e bem colocado.
Com o golo tudo se tornou ainda mais fácil, o Portimonense não tinha argumentos e o 2º golo estava iminente, surgindo após um grande passe e uma bela desmarcação de Rodrigo que finalizou com frieza, colocando um ponto final na eliminatória.
Daí até ao fim, foi ver o Benfica a desperdiçar algumas ocasiões para aumentar o resultado, o que seria um castigo imerecido para o Portimonense, que também nesta 2ª parte se limitou a criar uma ocasião de perigo.

Comentando um pouco os jogos os principais rivais do Benfica, o Porto goleou com toda a naturalidade por 8 a 0, com 4 golos de Walter, a equipa amadora do Pêro Pinheiro que ainda a época passada passeava classe nos sintéticos das distritais de Lisboa, podendo ver-se por aí o grande desnível das equipas, surpresa seria não haver aqui goleada e nesse prisma o Porto cumpriu a sua obrigação.
Sintra que esteve em grande festa na taça, com o 1º de Dezembro a cair perante um outro candidato nesta competição, o Braga.

Já o Sporting jogou bem mais a Norte, ante o Famalicão da 2ª divisão B, que tem no seu plantel apenas 4 jogadores profissionais e após uma primeira parte pobre, resolveu o jogo na 2ª parte, desbloqueando o jogo através de uma grande penalidade cometida sobre M. Fernandez, ficando a sua missão ainda mais facilitada após a expulsão ridícula de um atleta do Famalicão, num erro grosseiro de Soares Dias.
Em vantagem e a jogar contra 10 , o Sporting marcou mais 1 golo, mas nunca se encontrou no jogo, nem mesmo quando o adversário ficou reduzido a 9 jogadores, acabando por vencer por 2 a 0, numa vitória que embora natural, teve na sua expressão clara influência do árbitro.
3 comentários:
Ou seja: Não houve 'taça'
Como se esperava, sem surpresas!
Surpresa para mim foi a inclusão de David Simão a titular.
Abraço.
Boa crónica excepto num ponto: O Carlos Queiroz não foi o responsável pela perda dos primeiros pontos da selecção.
Ponto nº1: eu não gosto dele como seleccionador mas o que a federação fez para se livrar dele a custo zero foi uma vergonha e foi isso que fez com que a selecção perdesse esses pontos.
Não concordarem com o que o Queiroz disse é uma coisa, atribuirem-lhe responsabilidades que não foram dele é algo que não deviamos fazer. Este apuramento correu mal pela porcaria de federação de futebol que nós temos.
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