segunda-feira, 9 de março de 2009

TUDO NA MESMA - Ninguém marca passo.

--- Numa jornada, com algum grau de dificuldade, principalmente nas deslocações de Porto e Benfica, ninguém marcou passo e com 27 pontos em disputa, tudo ficou na mesma.
SPORTING 2 P. FERREIRA 0 - Como sucedeu muitas vezes esta época, o Sporting em casa, voltou a entrar forte e com 30 minutos de jogo, já vencia por 2 a 0, alicerçado numa enorme pressão ofensiva e com um Paços pouco mais que inoperante. Liedson, quem havia de ser?, Abriu cedo as hostilidades, num remate forte, mas á figura de Coelho, que deu frango, estava assim aberto o caminho para os 3 pontos, os quais ficaram decididos na sequência de um canto, com uma entrada fulgurante de Derlei, num bom golo, que sentenciou a partida.
Na 2ª parte, mais do mesmo, embora com um ritmo mais lento e a gerir as incidências do jogo, s oportunidades surgidas, forma todas do conjunto leonino, pois embora com as suas linhas mais subida, os homens da capital do móvel, nem uma oportunidade de golo conseguiram criar, pelo que a vitória leonina não só não sofre contestação, como podia até ter sido mais dilatada.
Excelente arbitragem de Artur Soares Dias, com um pequeno senão, Ferreira devia ter visto vermelho num pontapé a Vuckcevic, agressão pura.
LEIXÕES 1 PORTO 4 - Não assisti a este jogo, mas pelo que já vi do mesmo e pelas crónicas os jornais, foi uma vitória categórica do Porto, a qual começou após um período de equilíbrio, com um penalti ridículo e infantil e seguiu com uma mortífera assistência de um jogador leixonense para Hulk, qual não perdoou e fez o 2º. A partir daí, tudo ficou muito fácil para o Porto, o qual com grande tranquilidade e um futebol rápido e atractivo, foi ampliando a vantagem, Raul Meireles faz o 3º e Farias o 4º.
Após esta vantagem chegou mais um momento Helton, o qual largou de forma inadmissível uma bola que estava nas suas mãos, oferecendo ao Leixões o tento de honra.
Num jogo que se antevia de grau de dificuldade máximo, o jogo tornou-se muito fácil para o Porto, o que lhe permitiu gerir o esforço da equipa para o jogo da Champions e ainda jogar com os amarelos da equipa, com Fernando e Hulk, a limparem o seu registo na próxima jornada.
Arbitragem segura de Rui Costa, pecando num golo invalidado ao Porto, por fora de jogo a Bruno Alves, não estava, estava em linha, mas é dos tais lances à queima e qualquer decisão aceita-se, mas já com 3 a o, de nada influenciou o resultado.
NAVAL 1 BENFICA 2 - Dos 3 grandes, foi o Benfica quem mais sofreu, apenas e só por culpa própria. Mais uma vez e à semelhança de tantas outras vezes e que tem sido motivo de reparo e de critica da minha parte, o Benfica marca e imediatamente recua, com essa atitude, sujeita-se ao castigo, foi o que aconteceu.
O Benfica, entrou na partida decidido e ainda por cima aos 3 minutos Aimar, coloca a equipa encarnada em vantagem, melhor era impossível, e pensavasse que estava aberto o caminho para uma vitória tranquila, puro engano, por culpa própria, como já referi.
Estranhamente, o Benfica acabou, deu a iniciativa ao adversário, o qual agradeceu e começou a pressionar o último reduto encarnado, mas a verdade é que não criou uma única situação de golo.
Na 2ª parte, as coisas mudaram um pouco, mas se a Naval entrou melhor, a verdade é que o Benfica não parecia preocupar-se apenas em defender, mas aos 53 minutos a Naval, por Marcelinho, na sequência de um lançamento de linha lateral, chega à igualdade, na única situação de golo criada, mas que foi um castigo merecido para um Benfica pouco mais que expectante.
O Benfica após a igualdade reagiu bem e a preceito, Di Maria (que bela 2ª parte), atira uma bomba à barra, Cardozo, numa bela iniciativa individual quase marca, até que Katsouranis, coloca justiça no marcador.
Com a vantagem no resultado, o Benfica já não caiu na mesma inércia da 1ª parte, dominou o resto do jogo, quase os maiores embaraços á defesa navalista. não permitindo uma reacção forte ao seu adversário, ou seja, geriu o resultado com mandam as regras, com bola e mais no meio campo adversário.
Sem ser brilhante, a vitória é justa, pois foi o Benfica quem criou as situações de maior perigo.
João Ferreira, igual a si mesmo, fraco, num jogo fácil de dirigir, em que os jogadores não complicaram, teve várias faltas mal assinaladas e outras indiscutíveis por assinalar. 1º Maxi Pereira, tem uma entrada muito dura no limite da sua área e João Ferreira não vê, falta por marcar e amarelo por mostrar, na 2ª parte, Di Maria isola-se, é puxado pelo defensor da Naval, o arbitro nada assinalou, falta por marcar, dúvidas apenas no cartão, se amarelo ou vermelho.
O 2º golo benfiquista, nasce de uma falta que não existe, a bola bate na face do jogador da Naval, mas estes lances como tantas vezes aqui disse, acontecem muitas vezes, acho eu, que todos o clubes já marcaram e sofreram golos por lances semelhantes, a verdade é que durante qualquer jogo, há sempre livres mal assinalados e que em nada resultam e nunca se fala disso, a verdade é que a defesa da Naval foi inoperante ao não conseguir impedir um 1º cabeceamento de Miguel Vítor e duplamente inoperante ao permitir que Katsouranis corresse toda a grande área para cabecear para golo.
RESTANTES RESULTADOS: Rio - Ave 1 Marítimo 1; Académica 1 Trofense o; Guimarães 3 Belenenses 1 e Estrela 2 Braga 2.

2 comentários:

águia_livre disse...

Contra o Benfica, cada equipa, faz o jogo da vida.

Contra os azulados abrem as pernas como mulher vendida

Essa é que é essa.

Cumpts
.

Anónimo disse...

é, coitadinhos...contra voces todos se rasgam..sao mesmo os maiores... sao os outros a comer a relva, ou a abrirem as pernas, e os árbitros a marcarem faltas com a cara... tem graça...

 

SEMPRE BENFICA

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